A MORTE QUE ABRIU CAMINHOS VITAIS

 



Em outubro de 1975, há meio século, o jornalista Vadimir Herzog apareceu morto na cela onde está preso, no DOPS de SP. Ele fora detido poucos dias antes, “para averiguação de atividades subversivas”. Era o regime militar, que não respeitava nem a Constituição que ele próprio modificara. Tempos sombrios, com “amigos presos, sumidos assim pra nunca mais”, como cantou Gilberto Gil. Logo depois em 31/10, o Cardeal Dom Evaristo Arns (1921-2016) liderou um culto ecumênico em sua memória, que reuniu cerca de oito mil pessoas na Catedral da Sé, no centro paulistano. O assassinato de Herzog, que a ditadura quis transformar em “suicídio”, provocou indignação. Foi marco na mobilização popular contra o regime da tortura e do medo: “nunca mais”!”


 
Chico Alencar, autor de Orações do coração: rezar a Ave-Maria e o Pai-nosso no mundo de hoje, Ed. Vozes

 

Até amanhã, se Deus permitir!
 


(Retirada da Folhinha ao Coração de Jesus dia 22/10/25)
André Jofre
                                                                          Radialista-Setor
Locução

                                                                               DRT-27193-SP-140126

 

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