“Ao longo do tempo, foram e continuam sendo observadas explosões na superfície do Sol. Essa atividade solar, considerada normal, arremeça partículas para todos os planetas do Sistema Solar. Desde 1755, quando as observações astronômicas começaram a ser registradas, é verificada alternança entre períodos de anos(ciclos) nos quais as explosões aumentam e, progressivamente, diminuem. Atualmente, passamos pelo ciclo solar 25, que termina em 2030. A atividade solar mais intensa pode interferir na rede elétrica, satélites,, sinais de GPS e representar riscos para tripulações de companhias aéreas e astronautas. Essas consequências podem ocorrer principalmente nos países das regiões polares da Terra”.
Prof.-Dr. Antonio J. Steidle Neto, UFSJ
Sete Lagoas/MG
Até amanhã, se Deus permitir!
(Retirada
da Folhinha ao Coração de Jesus 080126)
André Jofre
Radialista-Setor
Locução
DRT-27193-SP-210926

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